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20 de fevereiro de 2019    Por: souoribaAdmCOMPARTILHE NAS REDES SOCIAIS

O que você sabe sobre felicidade?

O que podemos falar sobre felicidade que ainda não foi dito? O que ainda há de novo por trás de uma busca milenar dos seres humanos? O que é a felicidade, enfim? Essa é uma questão no mínimo intrigante e que nos levaria a muitas abordagens baseadas em pesquisas filosóficas, sociológicas, psicológicas e até mesmo médicas. Mas eis aqui um debate no ponto de vista essencialmente humano.

Sentir os olhos brilharem e os pensamentos borbulharem são reações do corpo quando nós estamos fazendo o que amamos, quando nos deparamos com a felicidade. Pode até parecer romântico demais e longe da realidade de boletos, dívidas, cobranças, trânsito e outros fatores que contribuem para que nos sujeitemos a viver de forma robotizada.

Daí vão-se aniversários dos filhos que não pudemos estar presentes, uma viagem em família que deixamos de fazer, um livro que compramos e nunca nem o tiramos do saco plástico, do happy hour não realizado com os amigos. Vai-se a vida!

> Confira também: Afinal o que é criatividade?

Qual é o segredo da felicidade?

E foi uma vida inteira de pesquisas que levou o psiquiatra americano Robert Waldinger a acompanhar mais de 700 pessoas desde sua infância até a sua velhice. O propósito era encontrar a resposta para a pergunta “O que torna uma vida boa?”. E o que ele descobriu? A qualidade dos nossos relacionamentos.

Esta informação nos diz muito em poucas palavras. Hoje, as pessoas dedicam horas e mais horas dentro de um escritório dando o seu melhor para manter-se empregadas. O que é bem contraditório ter executivos que dizem que a opção de ser feliz não é da empresa; é de cada um.

 

À procura da felicidade

Vamos considerar alguns pontos relevantes: as empresas são constituídas de pessoas e se estas não estão felizes, certamente não estão trazendo os melhores resultados para os negócios da empresa; transtornos mentais são a terceira causa de afastamento no trabalho; pessoas felizes são inovadoras e conseguem reinventar e transformar para superar as metas.

Você não concorda? Então contrate uma consultoria para obter números reais de quantas horas as pessoas perdem olhando para o computador, mas sem entusiasmo de fazer o que precisam fazer. Pergunte para elas se não tivessem que trabalhar, o que fariam de suas vidas. Pergunte o que as fazem felizes?

Mas é preciso ter maturidade para avaliar as respostas, porque têm empresas que fazem pesquisa de clima, mas condenam a equipe por ter uma opinião não muito satisfatória com relação alguns pontos.

As pessoas estão largando tudo para viver seus sonhos. Uma pesquisa simples no Google trará muitas reportagens com histórias assim. E, sabe o que isso significa? Olhe para as pessoas da sua empresa como pessoas.

A Oribá acredita na felicidade no ambiente de trabalho

É justamente com o objetivo de reforçar esta realidade que estamos trabalhando para fortificar cada vez mais a Oribá, que em Tupi-Guarani significa “lugar feliz”. Acreditamos plenamente que pessoas felizes se entregam para que os resultados sejam os melhores, esforçam-se para cativar o cliente e recomeçam porque acreditam. Viemos para provar que é possível ser feliz, dar lucro, crescer e conquistar clientes!

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